Reitor da UFMG analisa desafios científicos e tecnológicos atuais

[soundcloud url=”http://api.soundcloud.com/tracks/67070952″ params=”?” width=” 100%” height=”166″ iframe=”false” /]Crise mundial, mudanças geopolíticas e inserção do Brasil: os desafios científicos e tecnológicos 

foi o título da conferência do professor Clélio Campolina Diniz, reitor da UFMG (+) e que abriu o 2º Encontro preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, tema de uma série de programas que o Ondas da Ciência publica desde a semana passada.

O economista Clélio Campolina lembra que o processo ainda está em andamento, mas é preciso investimentos e flexibilizações de gestão e curriculos (Crédito: Diogo Brito/Fapemig)

O professor analisa economia e política internacionais, desde a segunda guerra,  levando em conta o cenário no qual está inserida a sociedade ocidental.

Abordando as crises do capitalismo e do socialismo, e a partir das quais propôs relações e dissensões, ele chega até os dias atuais pontuando diferentes aspectos que, na sua visão, hoje em dia influenciam ou determinam a economia mundial e consequentemente a ciência, a tecnologia e a inovação em nosso país.

Dentre os desafios ao desenvolvimento que queremos o reitor considera justamente o grau de educação do brasileiro.

Ao lado da baixa escolaridade formal ele ajunta o fato de na média não falarmos outras línguas além do português e a desigualdade social, além de baixa integração das instituições e comunidades científicas, dentre uma dezena de outros.

“O Brasil foi urbanizado há 4 ou 5 décadas”, pondera o economista, destacando as deficiências de infraestrutura e a desigualdade social que ainda são grandes.

Ainda sobre a inserção do Brasil entre o grupo de países com maior peso no cenário mundial, o reitor da UFMG ressaltou a necessidade de definições das agendas e do

Campolina destacou serem a ciência e a tecnologia elementos básicos para o desenvolvimento de uma nação.

Para isso ele vê necessidade tanto de mais investimentos, inclusive na infraestrutura física e na reestruturação das carreiras da universidade pública brasileira, como também entende ser prioritário a reestruturação acadêmica e administrativa dessa organização.

“A ciência precisa estar a serviço da sociedade”, observou, chamando a atenção de que novos paradigmas para a ciência sejam estabelecidos. Dentre eles, uma melhor definição do papel da Universidade , bem como mais recursos para pesquisa e inovação.

 Saiba mais sobre os eventos preparatórios para Fórum Mundial de Ciência 2013

OUÇA
Preparatório para o Mundial de Ciência 2013 passa por BH e leva boas ideias (3/11/2012)

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Agronegócio para o desenvolvimento do país  (30/10/2012)
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Ouça outros podcasts da FAPEMIG
Ondas da Ciência

Trilha sonora – Free use royalty free: Tejaswi_Hyperbola-160.mp3 (objeto audio mpeg).mp3

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