ABC vai avaliar atual estágio da ciência no Brasil

Dados do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) mostram o progresso da ciência no país. “No entanto, esses dados devem ser acompanhados das opiniões de quem está nos laboratórios, centros de pesquisas e tecnologia e nas universidades de todo o país”, afirma notícia da ABC, que prevê intensificação desse crescimento (Imagem reproduzida da página da ABC)

Na reunião magna que acontece entre 6 e 8 de maio, os membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) vão debater os patamares do desenvolvimento científico e tecnológico almejados, tanto pelos próprios Acadêmicos, governo, empresas e jovens cientistas.

Em entrevista dada a Davi Padilha Bonela para o Notícias da ABC (publicada no site da entidade) o presidente da entidade, Luiz Davidovich analisa o estágio atual da ciência no Brasil. Ele avalia que os avanços foram enormes, especialmente considerando que as primeiras universidades brasileiras foram fundadas no século XX.

Com relação à ainda pequena participação do empresariado, o diretor avalia que vem crescendo a atividade de pesquisa e desenvolvimento nas empresas, mas destaca que ainda estamos muito longe do nível alcançado por países do chamado “primeiro mundo”.

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