{"id":19412,"date":"2020-11-23T07:00:13","date_gmt":"2020-11-23T10:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/minasfazciencia.com.br\/infantil\/?p=19412"},"modified":"2020-11-23T07:26:57","modified_gmt":"2020-11-23T10:26:57","slug":"vida-de-beija-flor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minasfazciencia.com.br\/infantil\/2020\/11\/23\/vida-de-beija-flor\/","title":{"rendered":"Vida de beija-flor"},"content":{"rendered":"<div id=\"themify_builder_content-19412\" data-postid=\"19412\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-19412 themify_builder\">\n    <\/div>\n\n\n\n\n<p>Vamos contar a hist\u00f3ria de uma pequena beija-flor, que voa t\u00e3o r\u00e1pido que consegue at\u00e9 parar no ar! Coloridos e agitados, esses p\u00e1ssaros v\u00e3o de flor em flor em busca de n\u00e9ctar.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/anchor.fm\/pequenos-cientistas\/episodes\/13-Vida-de-beija-flor-em7n4c\">Escute aqui!<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3>Era uma vez&#8230;<\/h3>\n\n\n\n<p>Um reino de muito verde, entre o p\u00e9 da Serra e uma grande cidade. Quem passa por ali, nos pontos mais altos, tem uma vista linda do horizonte. E tamb\u00e9m caminha entre candeia, cavi\u00fana, guabiroba, murici e um tanto de outras \u00e1rvores que nascem no Cerrado! J\u00e1 nas partes mais baixas, nos fundos de vale e nas encostas, crescem outras \u00e1rvores: o guanandi, o jacarand\u00e1, o jequitib\u00e1 e o pau-jacar\u00e9! \u00c9 a Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n\n\n\n<p>E ali na mata existem muitos moradores. Tem quati, mico-estrela, esquilo, tem tamb\u00e9m r\u00e3s e um tanto de p\u00e1ssaros. Mais de cem esp\u00e9cies de aves vivem por l\u00e1: voam, se alimentam, cantam e fazem seus ninhos. \u00c9 um reino muito rico!<\/p>\n\n\n\n<h3>Uma pequena beija-flor<\/h3>\n\n\n\n<p>No meio da mata mais densa, batendo bem r\u00e1pido suas asas e com o cora\u00e7\u00e3o muito, muito acelerado, uma passarinha voava de flor em flor. N\u00e3o era um dia especial e nem estava mais estressado que o normal. Era s\u00f3 o jeitinho dela! Sempre agitada. A pequena beija-flor era de cor marrom, com as asas mais escuras e uma pequena faixa preta nos olhos. Ganhou o apelido carinhoso de besourinho-da-mata. Ela era mesmo muito pequenina, cabia na palma da m\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Rubro nasceu n\u00e3o muito longe de onde estava. E, desde que voou pela primeira vez, descobriu que sua fome era tanta, mas tanta, que precisava comer sem parar! Quase n\u00e3o tinha tempo para conversar com outros bichos, brincar ou descansar. Quando outros animaizinhos viam um beija-flor, como ela, pensavam \u201cl\u00e1 vai aquele bichinho fren\u00e9tico que vive procurando comida!\u201d. E n\u00e3o era mentira. Ela acordava comendo, ia dormir comendo. Que apetite era esse!<\/p>\n\n\n\n<p>De vez em quando, Rubro comia insetos e at\u00e9 aranhas por a\u00ed. Mas o seu prato favorito era mesmo o n\u00e9ctar das flores. N\u00e3o se cansava daquele sabor docinho, docinho. As asas dela batiam t\u00e3o r\u00e1pido que ela conseguia at\u00e9 para no ar, como um helic\u00f3ptero. E o n\u00e9ctar funcionava como um combust\u00edvel! Ela gostava de ir atr\u00e1s de flores bem coloridas, principalmente das mais avermelhadas.<\/p>\n\n\n\n<h3>Ladra de n\u00e9ctar!<\/h3>\n\n\n\n<p>Outros beija-flores, um pouco maiores, costumam usar seus longos bicos para beber o n\u00e9ctar das flores mais alongadas e fechadas, pela pequena abertura delas. Mas como tinha um bico menor, muitas vezes Rubro n\u00e3o conseguia alcan\u00e7ar o fundo do copinho das flores. Ent\u00e3o, ela tinha uma t\u00e9cnica especial! A danadinha fazia um mini buraco na base da flor e chegava no n\u00e9ctar por ali!<\/p>\n\n\n\n<p>As plantas ficavam inconformadas! Chamavam Rubro de ladrazinha, acredita? Porque, para elas, aquilo era uma troca. O beija-flor vem, come um pouco do n\u00e9ctar e, junto, leva o seu p\u00f3len para a pr\u00f3xima flor. Como as plantas n\u00e3o se mexem, elas dependem disso para reproduzir, para que novas plantas nas\u00e7am. Abelhas e outros insetos tamb\u00e9m fazem isso. Em troca do n\u00e9ctar, voam com o p\u00f3len para l\u00e1 e para c\u00e1. Mas, como roubava o n\u00e9ctar pelo buraquinho, Rubro nem chegava perto do p\u00f3len das flores. Ela tentava se justificar, afinal, seu bico n\u00e3o dava conta desse trabalho. E seguia voando, de flor em flor, atr\u00e1s do seu combust\u00edvel favorito.<\/p>\n\n\n\n<h3>Pequenos e brig\u00f5es<\/h3>\n\n\n\n<p>De vez em quando, encontrava uma \u00e1rvore bem florida. Aquilo deixava Rubro muito feliz! Porque significava todo o n\u00e9ctar que ela podia comer, praticamente sem sair do lugar. Era o sonho. Mas muitas vezes, outros beija-flores maiores j\u00e1 consideravam ali seus territ\u00f3rios. Achavam que a \u00e1rvore era deles, v\u00ea se pode! Vigiavam as flores e n\u00e3o deixavam outros passarinhos chegarem perto. Rubro tinha que ser r\u00e1pida e muito esperta. Passar despercebida para beber um pouco daquele n\u00e9ctar docinho!<\/p>\n\n\n\n<p>E ela tinha que ser assim, sorrateira, para evitar uma briga daquelas! N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que alguns chamam os beija-flores de gladiadores do ar. Que brig\u00f5es! Rubro j\u00e1 se meteu em cada briga por causa de n\u00e9ctar. Batia no ar, rolava no ch\u00e3o. Pequenina e valente. Mas quando a luta era com beija-flores maiores, Rubro fazia o poss\u00edvel para evitar. J\u00e1 tinha perdido algumas batalhas antes.<\/p>\n\n\n\n<h3>Ninho de beija-flor<\/h3>\n\n\n\n<p>As brigas eram um dos poucos momentos em que Rubro interagia com outros beija-flores. Ela vivia sozinha na mata, assim como os outros p\u00e1ssaros da sua esp\u00e9cie. Era disso que gostava. Viver s\u00f3 ela, de flor em flor. Vez ou outra, algum macho chamava a sua aten\u00e7\u00e3o, e ela decidia que era hora de se reproduzir! De ter filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando isso acontecia, Rubro fazia um ninho e colocava seus ovos. Se ela j\u00e1 era pequenina e cabia na palma da m\u00e3o, imagina aqueles ovinhos, pouco maiores que um feij\u00e3o. Ela esperava que eles nascessem e cuidava dos pequenos passarinhos, sozinha, at\u00e9 que os filhos batessem asas e partissem para as pr\u00f3prias aventuras. Sempre inquietos, acelerados e em busca de n\u00e9ctar, igual a m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<h3>Que sono!<\/h3>\n\n\n\n<p>No final do dia, mesmo sempre agitada, Rubro precisava dormir. Se cansava como qualquer outro bichinho. Procurava um cantinho onde se sentia segura e fechava os olhos. Se de dia seu cora\u00e7\u00e3o batia acelerado e sua energia era infinita, \u00e0 noite era o contr\u00e1rio. Enquanto dormia, o cora\u00e7\u00e3ozinho de Rubro ficava tranquilo e devagar. At\u00e9 a temperatura do seu corpo ca\u00eda. Ela entrava em um sono profundo, t\u00e3o profundo, que praticamente desligava.<\/p>\n\n\n\n<p>E ligava de uma vez! Abria os olhos e j\u00e1 pensava no caf\u00e9 da manh\u00e3! Fren\u00e9tica, logo nos primeiros segundos do dia. Mais uma vez, correndo atr\u00e1s da pr\u00f3xima flor.<\/p>\n\n\n\n<h3>A companhia de um beija-flor<\/h3>\n\n\n\n<p>A pequena beija-flor da nossa hist\u00f3ria \u00e9 conhecida como eremita, tipo uma pessoa que vive isolada, no meio do mato. Ela n\u00e3o gosta de sair dali. Por isso, besourinhos-da-mata, como a nossa protagonista, sofrem muito com queimadas e desmatamento. Ficam sem casa, e a vida se torna muito dif\u00edcil. Mas Rubro tem a sorte de viver em uma mata preservada, dentro de um parque, que os humanos chamam de Parque das Mangabeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas logo fora daquela pequena mata, onde j\u00e1 \u00e9 cidade, vivem outros beija-flores, que gostam de espa\u00e7os abertos. Moram nas \u00e1rvores, entre pr\u00e9dios e casas. Muitas vezes, visitam quem coloca bebedouros que lembram flores em suas janelas. As pessoas fazem isso s\u00f3 para ter, por breves instantes, a companhia de um beija-flor. E, se voc\u00ea quiser ver um, \u00e9 s\u00f3 olhar por tempo suficiente para uma flor, dessas bem coloridas, como esses pequenos passarinhos gostam!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<a href=\"https:\/\/anchor.fm\/pequenos-cientistas\"><strong>Hist\u00f3rias de Ninar para Pequenos Cientistas<\/strong>&nbsp;<\/a>\u00e9 um podcast do projeto Minas Faz Ci\u00eancia, da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).<\/p>\n\n\n\n<p>Roteiro de Luana Cruz e Luiza Lages, com consultoria cient\u00edfica de Pietro Kiyoshi Maruyama Mendon\u00e7a, pesquisador do Departamento de Gen\u00e9tica, Ecologia e Evolu\u00e7\u00e3o, da UFMG.<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre beija-flores,&nbsp;<a href=\"https:\/\/minasfazciencia.com.br\/2020\/11\/09\/beija-flor-comilao-brigao-e-cheio-de-energia\">acesse nosso conte\u00fado de apoio a pais e professores<\/a>, no portal&nbsp;<strong>Minas Faz Ci\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de uma pequena beija-flor, que voa, acelerada e agitada, de flor em flor, sempre em busca de n\u00e9ctar!<\/p>\n","protected":false},"author":35,"featured_media":19414,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1477],"tags":[1091,278,316,370,1764,1145,1730,1763,200,708],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.3 - 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