Na década de 1960, o mundo presenciou uma empolgante corrida espacial rumo à Lua, protagonizada, principalmente, pelos Estados Unidos e pela extinta União Soviética. Hoje, quase seis décadas depois, a disputa volta à tona, mas com outro destino: Marte, “o planeta vermelho”. Agora, além dos EUA, China e Rússia estão de olho na nova missão. Independentemente de qual país alcançará a “glória”, sabe-se que os astronautas chegarão lá por meio de um transporte: o foguete. 

Ops! Mas o que, exatamente, podemos chamar de foguete?! Bem… O termo se aplica ao motor que impulsiona um veículo e expele gases de combustão, por meio de queimadores situados na parte traseira da aeronave. Nisso, ele funciona de modo diferente de um motor a jato, já que transporta o próprio oxidante, o que lhe permite operar mesmo na ausência de ar. Os motores de foguetes têm sido bastante usados em voos espaciais, quando a grande potência e a capacidade de operar no vácuo são essenciais. Porém, eles também podem movimentar mísseis, aeroplanos e automóveis. 

O princípio básico para a propulsão de foguetes é a chamada Terceira Lei de Newton, que diz: “Para cada ação, há uma reação igual e oposta”.  Esse efeito pode ser observado, por exemplo, numa mangueira de água: quando o líquido escapa com força, pelo bocal, a mangueira é impulsionada para trás. Se a gente diminui o diâmetro de saída, o empuxo será ainda mais forte. No foguete, quando os gases queimados escapam em um jato forte, por meio de um bocal comprimido, o engenho é impulsionado na direção oposta. Ou seja: para o alto e avante!   

Do tutti-frutti ao blueberry

Vire e mexe, quando alguém compra bala ou chiclete, escolhe tutti-frutti (que, aliás, é delicioso, né?!). Apesar disso, não entendemos direito que sabor é esse, adocicado na medida certa de nosso paladar. Afinal, ao comprarmos sorvete de morango, por exemplo, sabemos que aquele gostinho bom vem… da fruta! Daí a pergunta: e o tutti-frutti, ora, bolas?! Para compreender mais sobre ele, será preciso recorrer ao italiano, pois temos de traduzir seu nome ao pé da letra: “todas as frutas”. Siiiiiim! Esse gostinho bom nada mais é do que um mix de sabores, que muda conforme a região. No Brasil, por exemplo, a base do tutti-frutti vem da mistura entre banana, laranja e morango. 

Ah! Tenho outra curiosidade… E o blueberry, sabor encontrado, principalmente, nos sorvetes, e que parece uma combinação de vários outros sabores? Ao contrário do tutti-fruti, ele vem de uma fruta com o mesmo nome. Isso, mesmo! Blueberry é uma fruta, que, inclusive, faz muito bem à saúde. No Brasil, ela é conhecida como mirtilo, que, graças à riqueza de seus nutrientes, combate o ataque dos radicais livres nas células e ajuda a reduzir níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue. Além disso, tem ação anti-inflamatória e protege o cérebro dos efeitos de deterioração de doenças degenerativas.  

Extraterrestres construtores?

Recentemente, o bilionário Ellon Musk, dono da empresa Tesla e um dos homens mais ricos do mundo, assombrou o Planeta ao afirmar que as pirâmides do Egito teriam sido construídas por extraterrestres. Para ele, que diz ter realizado vários estudos teóricos, seres humanos não conseguiriam construir algo tão grandioso com as tecnologias disponíveis à época – e sem a ajuda de alienígenas. “Aliens construíram as pirâmides, obviamente”, escreveu Musk em suas redes sociais. 

A declaração causou polêmica, mas a resposta científica veio rapidamente! Rania al-Masshat, ministra de cooperação internacional do Egito, afirmou que os túmulos, descobertos nos anos 1990, são evidências definitivas, segundo especialistas, de que as tão famosas pirâmides do Egito foram construídas pelo próprio antigo povo egípcio, e, predominantemente, por escravos. Haja força para levantar tamanha quantidade de pedras, não é verdade?!  

Sobre o(a) autor(a)

frame3

Conteúdo Relacionado

Enable Notifications    OK No thanks