Então, as férias chegaram ao fim e é hora de retomar a rotina.

Pesquisas recentes procuram compreender como o cérebro aprende, para facilitar tanto o trabalho dos professores, quanto a rotina de estudos dos estudantes.

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Separamos cinco descobertas de estudos multidisciplinares como medicina, psicologia, filosofia, artes, computação e linguística que podem ajudar e facilitar sua vida de estudante em 2020.

1. Importância das emoções

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Quanto mais ativada for a área do cérebro responsável pelas emoções, maior será a aprendizagem e a retenção. Por isso, é sempre importante relacionar o aprendizado dito “racional”com a sua vida e os seus sentimentos.

Visitas a museus, leituras prazerosas, trabalhos de campo podem contribuir neste aspecto.

2. Sono é fundamental

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Experimente e verá! Quanto mais descanso, melhor o desempenho em sala. Pesquisas indicam que o início mais tardio das aulas no período da manhã pode melhorar o aprendizado e a interação social.

Se isso não é possível, siga a dica do Instituto do Cérebro, responsável por pesquisas na área: tire uma soneca curta antes de iniciar as tarefas da tarde.

Esta medida pode aumentar em até 10% a retenção de conteúdos.

3. Transformações cerebrais

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Cada vez mais as pesquisas demonstram a capacidade de transformações do cérebro, quando devidamente estimulado.

Esta chamada “neuroplasticidade” inclui brincar, desenhar, explorar objetos, tatear, cheirar, sentir diferentes texturas ou temperaturas, explorar o meio.

Quanto mais experiências e vivências conectadas às atividades intelectuais, melhor será seu desempenho. Para isso, é importante descobrir o que mais lhe estimula e explorar suas múltiplas inteligências.

4. Aprender com pares é mais motivador do que grandes grupos

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Pesquisadores investigam cada vez mais a importância do formato e da posição dos alunos em sala.

Conectar-se a outro cérebro, com maior proximidade, pode gerar maior empatia do que a conexão com toda a sala.

Pense nisso e escolha seus pares para formar uma forte conexão não apena de amizade, mas de aprendizagem para este novo ano.

5. Blocos mais curtos de estímulo podem ser mais eficazes

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A ciência tem repensado os tempos de aprendizagem. Estudos mostram que em 40 minutos de aula, apenas 10 são realmente eficazes para retenção de informação.

Desta forma, quando estiver estudando sozinho/a, procure avaliar diferentes tempos de forte conexão com o conteúdo, intercalados com alguns minutos de relaxamento.


Como cada pessoa é uma pessoa, cada cérebro tem sua própria dinâmica, é importante se conhecer e descobrir o que funciona melhor para você.

O que não vale é entrar em modo automático, repetindo neste novo ano, aquilo que não funcionou para você nos anos anteriores.

Reinvente-se sempre! Assuma a responsabilidade pelo seu processo de aprendizagem e não deixe de conversar com profissionais, pais e professores sobre aquilo que mais lhe incomoda e que não consegue mudar sozinho/a.