Na última edição da revista Minas Faz Ciência – especial para crianças, publicamos uma reportagem que fala sobre os microorganismos encontrados nas nossas mãos antes e depois de serem lavadas. Lembra do que foi dito lá? Se não, confira aqui.

Meu filho, o Kenzo, e seus dois amigos, o João e a Fernanda, participaram de um experimento diferente. Primeiro, eles tocaram, com os dedos, um objeto usado no laboratório para observar a multiplicação dessas criaturas minúsculas: a Placa de Petri. O material foi esterilizado, ou seja, passou por um processo, a altas temperaturas, para, antes do experimento, eliminar todos os microorganismos. Veja como foi:

 

Depois, as crianças lavaram as mãos com sabonete líquido e usaram papel toalha para secá-las. Então, tocaram outras placas, marcadas com o nome de cada uma e separadas (“antes” e “depois da limpeza”).

 

As amostras foram mantidas em temperatura ambiente até o dia seguinte e, depois, devolvidas ao laboratório. Lá, a professora Elisabeth Neumann as deixou, de um dia a outro, numa estufa, para que os microorganismos coletados pudessem se multiplicar, a ponto de serem vistos, sem nem precisar de microscópio.

E aí?!

Os resultados são impressionantes! Nas placas, é possível ver centenas de pontinhos brancos. Cada um deles é um conjunto de microorganismos, e, como cada criança tem sua própria microbiota, essas colônias assumem formas diferentes.

por cima de uma pano preto há duas amostras, a primeira têm vários pontos brancos , a segunda os pontos estão menores.

Microorganismos que estavam nas mãos do Kenzo antes e depois da lavagem.

Algumas são maiores, outras menores, e podem ter formas e cores diferentes. Isso indica que os microorganismos são, mesmo, muito diversos.

Gostou? Continue navegando no site e descubra outras experiências intrigantes!

Versão multimídia da reportagem publicada na nova edição da revista Minas Faz Ciência Infantil.