Hummmm… pipoca! Quem não gosta destes floquinhos deliciosos?

Outro dia, conversando com alguns colegas, com um balde de pipocas no colo, nos perguntamos: quem será que descobriu que a pipoca estoura? De onde vem este alimento delicioso? Por que se chama pipoca? Como a ciência explica a reação do milho ao calor?

Então, fomos pesquisar e descobrimos algumas curiosidades para compartilhar com vocês, leitores da Minas Faz Ciência infantil.

Fizemos a lista de onze fatos interessantes sobre a pipoca. Vamos lá:

    1. O nome pipoca vem do Tupi que significa “pele estourada”

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  1. A pipoca estoura no calor, porque a água acumulada no interior do milho se transforma em vapor

  2. A pressão interna do grão aumenta e ele acaba estourando e liberando o conteúdo interno

  3. A pipoca é composta principalmente por amido e fibras

    Valor nutricional da pipoca

  4. Em comparação com a maioria dos salgadinhos, a pipoca é baixa em calorias . A pipoca estalada no ar comprimido  tem apenas 30 calorias por xícara . Preparada com óleo, tem 35 por xícara.

  5. A pipoca é um tipo de milho da família das gramíneas, e é cientificamente conhecida como  Zea mays everta.

    Fonte: Pixabay

  6. Cientistas brasileiros descobriram que o milho da pipoca é quatro vezes mais duro do que a de outros milhos

  7. Americanos são os que mais consomem pipocas no mundo:

  8. A pipoca é um grão inteiro. É composto de três componentes: o germe, endosperma e pericarpo (também conhecido como o casco) .

  9. Em setembro de 2003, uma empresa brasileira encheu um saco de pipoca de  24,92 m³ (algo como um cubo com 4 metros de altura, 3 de comprimento e 2 de largura) em Porto Alegre (RS) e foi parar no Livro dos Recordes.

  10. Dez anos depois, produtores de Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso, quebraram novo recorde ao encher um saco de 60m³ de pipoca, aproximadamente 6 metros de altura e base de 11m². O município é o que mais planta e produz pipocas no país.

    Saco de pipocas gigante. Fonte: divulgação

    Quer saber mais? Pegue a sua pipoca e assista ao vídeo do Click Ciência, da Universidade Federal de São Carlos.