A data passou quase despercebida, espremida em meio à folia do Carnaval, mas 11 de fevereiro é o Dia Internacional das Mulheres e Meninas nas Ciências e a gente não podia deixar de falar desse tema!

O Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência é liderado pela UNESCO e pela ONU Mulheres. Com a mobilização, várias instituições se juntaram para colaborar e promover o acesso e a participação de meninas e mulheres na ciência.

Uma das maiores cientistas de todos os tempos, Marie Curie conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade. Foi a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes. Foto: Reprodução / Wikipedia.

Uma das maiores cientistas de todos os tempos, Marie Curie conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade. Foi a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes. Foto: Reprodução / Wikipedia.

O Dia foi aprovado pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212, para promover o acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência.

Mayana Zatz é uma bióloga molecular e geneticista brasileira, professora da Universidade de São Paulo. Pesquisadora em genética humana, em que é pioneira, atualmente seu laboratório do Genoma Humano da USP também realiza relevantes pesquisas no campo de células-tronco.

Mayana Zatz é uma bióloga molecular e geneticista brasileira, professora da Universidade de São Paulo. Pesquisadora em genética humana, em que é pioneira, atualmente seu laboratório do Genoma Humano da USP também realiza relevantes pesquisas no campo de células-tronco.

Mulheres e as meninas desempenham um papel fundamental nas comunidades da ciência e tecnologia e sua participação deve ser fortalecida!

Ada Lovelace foi uma matemática e escritora inglesa. Hoje é reconhecida principalmente por ter escrito o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina. Foto: Reprodução / Wikipedia.

Ada Lovelace foi uma matemática e escritora inglesa. Hoje é reconhecida principalmente por ter escrito o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina. Foto: Reprodução / Wikipedia.

Nos próximos 15 anos, a pesquisa científica vai desempenhar um papel fundamental no monitoramento de tendências relevantes em áreas como segurança alimentar, saúde, água e saneamento, energia, gerenciamento de ecossistemas oceânicos e terrestres e mudança climática.

As mulheres vão desempenhar um papel essencial na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao ajudar a identificar problemas globais e encontrar soluções. Por isso, precisamos da sua ajuda para incentivar mais meninas a se tornarem cientistas!

Muito a conquistar…

Apesar dos ganhos notáveis que as mulheres conquistaram na educação e na força de trabalho nas últimas décadas, mulheres e meninas continuam a ser excluídas da participação integral na ciência: menos de 30% dos pesquisadores no mundo são mulheres.

A diversidade na pesquisa é importante porque expande o grupo de pesquisadores talentosos, trazendo nova perspectiva, talento e criatividade. Por isso, a igualdade de gênero deve ser considerada um meio fundamental para promover a excelência científica e tecnológica.

Maryam Mirzakhani, matemática síria que foi a primeira mulher a ganhar a Medalha Fields, o maior prêmio de sua especialidade, em 2014. Foto: Reprodução / Jornal Nexo

Maryam Mirzakhani, matemática síria que foi a primeira mulher a ganhar a Medalha Fields, o maior prêmio de sua especialidade, em 2014. Foto: Reprodução / Jornal Nexo

O que você quer ser quando crescer?

Cientista? Astronauta? Física, bióloga ou matemática? Inspire-se nas mulheres cientistas e seja a mudança que você quer ver no futuro!

Bertha Maria Julia Lutz foi uma bióloga brasileira especializada em anfíbios, pesquisadora do Museu Nacional. Foi uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século XX. Foto: Reprodução Wikipedia

Bertha Maria Julia Lutz foi uma bióloga brasileira especializada em anfíbios, pesquisadora do Museu Nacional. Foi uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século XX. Foto: Reprodução Wikipedia

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