A Física que faz voar

Para percorrer longas distâncias com rapidez, nada melhor do que os aviões. É fácil vê-los nos céus de todo o mundo…

Difícil é saber como essas imensas máquinas, que chegam a pesar mais de 200 toneladas, conseguem voar.

Primeiramente, é preciso vencer a resistência do ar: o avião é impulsionado pelas turbinas, que soltam ventos em sentido oposto e o empurram para a frente.

Em seguida, as asas entram em ação. A diferença de velocidade na passagem do ar faz com que a pressão sobre elas (a força do peso, em direção ao chão) seja menor do que a do “empurrão” para cima.

Resultado? O avião ganha as nuvens! No mais, relaxe. E ótimo voo!

Blin-blon!

A campainha elétrica é um mistério. A pessoa aperta um botão, que emite sons e avisa que alguém chegou à porta. Por trás de tal singela tecnologia, há um processo bem interessante!

Trata-se da aplicação de eletroímãs, dispositivos formados por um núcleo de ferro inserido na bobina.

Quando se pressiona a campainha, o circuito se fecha e a corrente elétrica é estabelecida. Carregado, o eletroímã gera o campo magnético responsável por atrair e movimentar o badalo, que, então, se choca com o gongo –o instrumento sonoro.

Bem… Ao saber de toda essa trabalheira, imagino que você vai pensar duas vezes antes de dar “blin-blon” na casa dos outros e sair correndo!

 

campainha

Tem chiadeira no fogão

É comum ouvir, na cozinha, as “cantorias” da panela de pressão… Você saberia dizer, porém, como age tal barulhento objeto, a ponto de deixar o feijão tão molinho e saboroso?

Ao cozinhar um alimento com água, quanto maior a temperatura, menor o tempo de cozimento, até que se atinja o ponto de ebulição, quando a água evapora (ao nível do mar, isso ocorre a 100 °C).

Esse valor varia, contudo, de acordo com a pressão exercida. Na panela, a borracha da tampa garante vedação total e impede que o vapor escape.

A pressão interna aumenta com o aquecimento ao fogo e não há evaporação a 100°C, mas a temperaturas bem mais altas. Isso permite que o alimento cozinhe rapidamente.

E aí, entendeu, Mestre Cuca?