Na última reunião de pauta do projeto Minas Faz Ciência, os jornalistas da equipe estavam muito animados! Foram mais de 60 sugestões de pesquisas e temas que podem se tornar reportagens jornalísticas.

Nem todas essas sugestões vão se tornar matérias na revista impressa. O levantamento é importante também para as pautas aqui do site.

Além dos projetos financiados pela Fapemig, a equipe se inspirou em temas do cotidiano em debate na mídia para pensar assuntos a serem abordados do ponto de vista científico.

A coluna Contemporâneas, por exemplo, assinada pela jornalista Mariana Alencar, já falou de vacinas, democracia, biodiversidade, câncer e homossexualidade.

Outro assunto que será abordado é o conceito de cidadão inventor – sabia que a Fapemig já teve um programa de apoio a inventores independentes? Também queremos trazer para cá uma discussão que tem ocupado muitas de nossas reuniões, sobre as relações entre divulgação e popularização da ciência.

Que tal também pensar a cidade como objeto e espaço de pesquisa? Tem muita gente fazendo essa abordagem e não é só nos cursos e arquitetura e urbanismo…

Os mais de 20 anos da clonagem da ovelha Dolly também não vão passar despercebidos aqui no Minas Faz Ciência. Pois é, se você lembra das notícias desse primeiro clone, você está ficando velho (hehe).

Clima de fim de ano…

Nos meses de dezembro de 2017 e janeiro de 2018, teremos uma programação diferente no conteúdo digital do projeto.

Luana Cruz traz pra gente mais reportagens da série Prêmio Capes de Tese. Não deixe de conferir as entrevistas com os pesquisadores mineiros agraciados.

No Minas Faz Ciência Infantil, você vai poder ler e compartilhar conteúdo que foi desenvolvido para a última edição da revista infantil impressa.

Também vai ter gente nova postando aqui no site, com variedade de pontos de vista e de estilos de texto. A ideia é que vocês possam conhecer mais e melhor a equipe por trás do projeto Minas Faz Ciência.

O que você quer ler em 2018?

Também vamos aproveitar as próximas semanas para arejar a cabeça e repensar modos de comunicação da ciência.

Opiniões e sugestões são muito importantes!

Deixe sua ideia nos comentários! 😉