Sabem como o futebol pode ajudar na pesquisa sobre inteligência artificial?

O esporte é usado para essas experiências em várias universidades do mundo. Professores e estudantes criam jogadores no computador e programam cada habilidade. Depois, colocam o time num campo virtual contra o adversário e apitam o início da partida. No fim, ganha a equipe com os robôs mais inteligentes, mas também com a melhor estratégia. Confira hoje mais uma parte da entrevista com o professor Ahmed Esmin, que coordena o Projeto Ufla2D, financiado pela Fapemig.

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fapemig_robocup_inteligencia_artificial_pedro_ivo_martins_ondas_da_cienciaNeste ano, a Copa do Mundo Fifa não é o único grande evento de futebol que o Brasil recebe. Entre os dias 19 e 25 de julho, pesquisadores de várias partes do mundo se reunirão, pela primeira vez no Brasil e na América Latina, para disputar um campeonato de futebol de robôs: a RoboCup 2014. Times de universidades de 45 países disputarão o troféu e o evento ainda conta com oficinas e um simpósio para apresentação de trabalhos acadêmicos de pesquisa. A primeira RoboCup foi realizada em Nagoya, no Japão, em 1997, e, desde então, a competição acontece em um país diferente a cada ano.

 

 

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