Ecodesign e ecoselo

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Um pouco mais sobre a pesquisa

Envolvida com o ecodesign desde que defendeu sua tese, a professora do Departamento de Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG, Andrea Franco, se engajou em estudos sobre o assunto. A pesquisa foi composta por uma parte aplicada de conhecimento de tecnologia. Dentro do projeto principal, realizado entre 2002 e 2007 com empresários da indústria moveleira em Turmalina, no Vale do Jequitinhonha, tiveram outros projetos de pesquisa, entre eles, a criação do ecoselo.

O estudo constatou que uma das possibilidades para a legitimação de uma prática ambiental consciente é a aplicação de selos, os rótulos ambientais, como são tecnicamente chamados. A rotulagem está inserida dentro de uma perspectiva de implantação voluntária por parte das empresas, que é conduzida por uma demanda de mercado. “Existem duas possibilidades: a via voluntária e a obrigatória, que é a legislativa”, destaca. Segundo ela, existem esses dois paralelos na problemática industrial de produto e de ecodesigner. “Os empresários têm que atender a uma obrigação, colocada pela legislação, que é para responder a uma demanda de mercado”, completa.

A indústria pode optar pela certificação de seu produto para atingir novos mercados. A certificação é voluntária. Não é obrigatório que a empresa tenha um certificado de ISO 14.000 ou 14.001, em termos ambientais.

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